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2025 – Barragens e o teste que a governança ainda não passou

2025 consolidou um paradoxo que o setor já conhece, mas ainda trata como exceção: a governança formal evoluiu (padrões, auditorias, comitês, frameworks e linguagem sofisticada), porém o desempenho do sistema continuou revelando uma distância relevante entre governança no papel e no campo. Essa diferença fica mais visível quando a operação é pressionada por chuva intensa, transições operacionais, degradação lenta de barreiras e decisões difíceis que competem com produção, cronograma ou CAPEX. 

Este artigo reúne acidentes e incidentes reportados em 2025 e os conecta a um diagnóstico prático. O objetivo não é “colecionar tragédias”, mas transformar ocorrências em aprendizagem institucional, a partir de três eixos recorrentes: 

  • água como variável dominante;
  • gatilhos + autoridade de ação + dano potencial a pessoas; e,
  • prontidão operacional. 

 

O que 2025 mostrou por tipologia

Instalações de rejeitos e contenção industrial (TSFs, depósitos e estruturas de efluentes/processo)

Nota de método: em vários casos, a informação pública disponível é de natureza jornalística/relatos institucionais. Por isso, a “leitura técnica” abaixo é apresentada como hipótese compatível com os sinais descritos, não como conclusão pericial.

1) Cambria 4 Mine (Masvingo, Zimbábue) — 1 jan 2025

Estrutura: sistema de contenção de rejeitos (TSF/instalação similar). 

Fato reportado: galgamento após chuvas, com liberação de polpa e contaminação de curso d’água associado ao rio Shashe. 

Consequências reportadas: mortandade de peixes, impactos em animais/lavouras; determinação de paralisação/medidas de contenção e remediação. 

Hipótese técnica compatível: insuficiência de capacidade hidráulica e/ou controle de borda livre, com falhas associadas em canais/barreiras e carreamento de finos. 

Lição de governança: água precisa ser disciplina operacional com manutenção, redundância e rota segura de extravasamento.

 

2) Garimpo ilegal São Domingos (Amapá, Brasil) — 11 fev 2025

Estrutura: barragem/depósito de rejeitos em operação ilegal (sem engenharia formal). 

Fato reportado: rompimento no Igarapé Água Preta, com lama/rejeitos alcançando o rio Cupixi e preocupação de propagação em bacias conectadas. 

Consequências reportadas: alteração de cor/turbidez, monitoramentos com indicação de metais pesados (incluindo mercúrio); judicialização com pedidos de indenização e descontaminação. 

Hipótese técnica compatível: estruturas sem controle de qualidade e sem operação disciplinada tendem a falhar por combinação de instabilidade, erosão interna e/ou galgamento. 

Lição de governança: fora do ecossistema de transparência e pressão regulatória tem-se a concentração de risco.

 

3) Chambishi / Sino-Metals Leach (Copperbelt, Zâmbia) — 18 fev 2025

Estrutura: contenção associada a rejeitos/efluentes de processo (cobre). 

Fato reportado: colapso/ruptura com liberação de efluente ácido/resíduo tóxico para tributários e para o rio Kafue. 

Consequências reportadas:  mortandade de peixes, danos à agricultura e interrupções relevantes em captação/abastecimento.; resposta com neutralização (ex.: cal), alertas sanitários e repercussão ao longo do ano. 

Hipótese técnica compatível: falha de barreiras críticas (integridade + capacidade + controle de níveis/percolação + monitoramento/gatilhos + prontidão), permitindo evolução rápida para cenário de alta consequência. 

Lição de governança:alto impacto a jusante” exige TARPs com autoridade real e resposta treinada.

4) Andavilque (Potosí, Bolívia) — 16 mar 2025

Estrutura: barragem/depósito de rejeitos. 

Fato reportado: grande instabilização com comportamento compatível com falha progressiva; análises públicas discutem possibilidade de liquefação estática em porções do depósito. 

Consequências reportadas: corrida de material a jusante; danos ambientais/locais; casas soterradas/destruídas e mortes/desaparecidos. 

Hipótese técnica compatível: saturação + perda de resistência + falha progressiva, com potencial de fluxo elevado em vale confinado. 

Lição de governança: modos de falha de “fluxo” exigem governança que combine (i) entendimento geotécnico (estado/poropressão), (ii) controles operacionais, e (iii) gestão de consequência.

 

5) Iduapriem (Beposa TSF, Gana) — início de mar 2025

Estrutura: TSF/instalação de rejeitos. 

Fato reportado: percolação descontrolada a partir do talude oeste, com conexão a cursos d’água a jusante; medições iniciais indicaram cianeto acima de referência. 

Consequências reportadas: impactos locais (extensão dependente de levantamentos e transparência do caso). 

Hipótese técnica compatível: deficiência de controle de percolação e drenagem interna (linha freática elevada, filtros/drenos subdimensionados e/ou condição construtiva), com risco de escalada para erosão interna se persistente. 

Lição de governança: percolação recorrente não pode ser normalizada, precisa virar ação e evidência rastreável.

 

6) IMIP / Morowali Industrial Park – Huayue Nickel Cobalt (Indonésia) — mar 2025

Estrutura: contenções associadas a rejeitos em parque industrial com disposição acelerada. 

Fato reportado: durante chuvas/inundações, falha/brecha com carreamento de rejeitos para rio/áreas de ocupação e impactos comunitários. 

Hipótese técnica compatível: descompasso entre taxa de disposição/alteamento, controle de água e gestão de mudanças — cenário clássico onde a governança formal não acompanha o risco real. 

Lição de governança: o risco cresce “no ritmo da produção”; sem gestão de mudanças, o sistema vira reativo.

 

7) IMIP / Morowali Industrial Park – Qing Mei Bang (QMB) New Energy Materials (Indonésia) — mar 2025 

Estrutura: instalação de rejeitos. 

Fato reportado: colapso/escorregamento com mortes de trabalhadores. 

Hipóteses reportadas: fragilidades de controle de água/estabilidade e preparo para eventos extremos; menção pública a instabilidade prévia. 

Lição de governança: “sinais prévios” não são ruídos — são dados. Precursor como gatilho, não como incômodo.

 

8) Quebrada Blanca (QB2, Chile) — jul–ago 2025 (incidente crítico, sem ruptura confirmada)

Estrutura: barragem de rejeitos (TSF). 

Fato reportado: relatos de trinca extensa e vazamentos, com escrutínio do regulador e questionamentos sobre reporte tempestivo e gestão do risco; não descrito como ruptura completa. 

Consequências reportadas: pressão operacional (produção/cronograma) e intensificação de vigilância/regulação. 

Hipótese técnica compatível: evento de integridade (trinca + percolação) onde a “falha” principal pode ser de governança: permitir degradação visível antes de travar operação com base em gatilhos e autoridade técnica. 

Lição de governança: quase-acidente é o melhor ativo de aprendizagem, desde que gere ação estruturante, não apenas narrativa.


Barragens de água, energia e estruturas naturais (acidentes/incidentes reportados em 2025)

9) Barragem Lutti (Balrampur, Chhattisgarh, Índia) — 3–4 set 2025

Estrutura: barragem de irrigação. 

Fato reportado: colapso/rompimento, com alegações de infiltração comunicada previamente sem ação preventiva. 

Consequências reportadas: 5 mortes confirmadas; buscas por desaparecidos; debate público sobre inspeções e cumprimento da legislação. 

Lição de governança: o problema raramente é “não saber”; é não transformar informação em decisão.

 

10) Bac Khe 1 (Lang Son, Vietnã) — 7 out 2025

Estrutura: pequena barragem hidrelétrica. 

Fato reportado: colapso após chuva prolongada; ruptura em seção de concreto na tomada d’água; detecção de trincas e evacuação preventiva. 

Consequências reportadas: sem vítimas; danos a equipamentos e inundações localizadas. 

Lição de governança: prontidão e comunicação reduzem consequência.

 

11) “Barrier lake” (Matai’an Creek, Hualien, Taiwan) — 23–25 set 2025

Estrutura: barragem natural (gatilho hidrometeorológico extremo). 

Fato reportado: transbordamento e rompimento de margens, liberando grande volume de água e detritos, com danos a infraestrutura. 

Consequências reportadas: mortes e desaparecidos (números variaram nas atualizações públicas). 

Lição de governança: nem todo risco é avaliado na origem; gestão de consequência (alerta, evacuação, rotas) é parte do sistema.

 

12) Chipinge (Zimbábue) — 2025 (barragem em fazenda)

Estrutura: pequena barragem de água em propriedade rural. 

Fato reportado: colapso após semanas de chuva. 

Consequências reportadas: 5 crianças mortas; danos a equipamentos e perdas rurais. 

Lição de governança:pequeno” não significa “baixo risco” quando Gestão de consequências é alto.

 

13) Carter Lake Dam (Polk County, Texas, EUA) — 8–9 nov 2025 (incidente/quase-ruptura)

Estrutura: barragem de terra, propriedade privada. 

Fato reportado: piping com abertura no maciço, acionando evacuação preventiva; rebaixamento do nível por bombeamento para permitir inspeção. 

Consequências reportadas: sem inundação relevante, mas com risco iminente considerado e mobilização de defesa civil. 

Lição de governança: resposta rápida e rebaixamento controlado são barreiras críticas.

 

14) CGH Surreal (Tocantins, Brasil) — 19 dez 2025 (rompimento parcial em obra)

Estrutura: barragem associada à geração de energia, em fase final de implantação. 

Fato reportado: rompimento parcial associado ao vertedouro; brecha inicial (~2 m) na crista, com galgamento e elevação repentina do nível do ribeirão a jusante; atuação do Corpo de Bombeiros e retirada preventiva de pessoas/animais. 

Consequências reportadas: apuração de danos ambientais e responsabilização por órgãos de controle. 

Hipótese técnica compatível: falha em estrutura hidráulica/controle de nível em condição transitória (obra/comissionamento), onde severidade depende de capacidade de extravasamento, integridade local, prontidão e comunicação. 

Lição de governança: transição (obra → operação) é zona de risco. Sem “governança de comissionamento”, o sistema fica vulnerável exatamente quando muda o regime de carregamento.

 

Padrões recorrentes de 2025: o diagnóstico que se repete

  1. Água vence quando vira variável periférica. Capacidade hidráulica real, borda livre, drenagem interna, manutenção de canais, resposta a entupimentos e transientes de poropressão são o que decide o evento. Quando água é tratada como tema “de projeto” e não “de operação”, a governança vira ilusória. 
  2. Gatilhos existem, mas não governam decisão. O problema não é ausência de instrumento ou procedimento; é ausência de TARPs que mandem de verdade na operação. Gatilho sem autoridade, sem tempo de resposta e sem trilha de decisão é documentação — não barreira. 
  3. Gestão de consequências entra tarde na conversa. Consequência, comunicação e evacuação não podem ser apêndice; são barreiras críticas, sobretudo em barragens pequenas, estruturas em obra e instalações fora do radar de disclosure. 
  4. A zona de sombra é onde o risco fica barato — até ficar caro. Onde inventário é incompleto e fiscalização é limitada, o risco se acumula silenciosamente até a ruptura. 

 

Checklist VinQ de governança prática: o que precisa existir no campo

  • Inventário e perímetro de responsabilidade: inventário vivo, dono nomeado, status operacional, condicionantes de risco e histórico de intervenções. 
  • Água como disciplina operacional: balanço hídrico operacional, capacidade real sob cenários extremos, manutenção estruturada, redundâncias e rotas seguras de extravasamento, com testes periódicos de prontidão. 
  • TARPs acionáveis e autoridade real: gatilhos ligados a modos de falha, instrumentação e inspeção qualificada, com autoridade explícita para reduzir/parar, rebaixar níveis, acionar contingência e escalar para nível executivo. 
  • QA/QC como evidência rastreável: conformidade geométrica, rastreabilidade de materiais, as built confiável, fechamento de não conformidades e gestão formal de mudanças. 
  • Gestão de integridade: trincas, seepage, deformações e falhas de drenagem não podem ser normalizadas; quase acidente precisa virar ação estrutural e aprendizagem institucional. 
  • Exposição de pessoas ao risco e prontidão como barreiras: mapeamento dinâmico de população, comunicação, simulados, rotas, alarme e interface com defesa civil. 

 

A pergunta que 2025 deixou (e que define 2026)

A pergunta que importa não é se a operação “adota um padrão”. É se, no pior dia, com chuva extrema, falha de energia, troca de equipe, obra em fase crítica ou pressão por produção, a operação continua sendo governada por evidência, gatilhos e autoridade técnica. Em muitos casos de 2025, a resposta ainda foi “não”. O caminho de maturidade é conhecido; o que falta é transformar governança em comportamento operacional repetível, financiado, auditável e praticado no campo, todos os dias. 

Se você quer reduzir risco de forma mensurável (e não apenas “cumprir checklist”), a VinQ pode ajudar a converter padrões e documentos em rotinas de campo que funcionam sob estresse.

Converse com a VinQ para estruturar, de forma objetiva e priorizada:

  • Diagnóstico de governança prática (“no papel vs no campo”), com evidências e plano de fechamento de gaps;
  • Stress test de gestão de água (capacidade hidráulica real, borda livre operacional, manutenção e contingência);
  • TARPs acionáveis (gatilhos, autoridade, tempos de resposta e trilha de decisão), integrados a modos de falha;
  • Programa de integridade e prontidão (inspeções, instrumentação, gestão de mudanças, QA/QC e resposta a anomalias);
  • Gestão de Consequências e prontidão de emergência como barreiras críticas (comunicação, simulados, rotas e interface com defesa civil).

Referências Bibliográficas

  1. World Mine Tailings Failures (WMTF). Página inicial / “State of World Mine Tailings Portfolio 2020”. (worldminetailingsfailures.org)
  2. World Mine Tailings Failures (WMTF). “Estimate of World Tailings Portfolio 2020”. (worldminetailingsfailures.org)
  3. World Mine Tailings Failures (WMTF). “Status distribution w/in portfolios” (operating status e disclosure). (worldminetailingsfailures.org)
  4. Responsible Mining Foundation. Tailings risks: maintaining momentum (PDF, referência ao WMTF e ordens de grandeza). (Responsible Mining Foundation – RMF)
  5. LinkedIn – Lindsay Newland Bowker. Perfil (contexto e autoria/curadoria). (LinkedIn)
  6. LinkedIn – Lindsay Newland Bowker. Post sobre falha de TSF em 18/02/2025 (contexto Zambia/Chambishi/Musakashi). (LinkedIn)
  7. LinkedIn – Lindsay Newland Bowker. Post “Third TSF Failure of 2025… Chambisi Copper Mine Zambia” (menções e imagens/classificação). (LinkedIn)
  1. Associated Press (AP). Reportagem sobre o spill/colapso e impactos no Kafue (15 mar 2025). (AP News)
  2. Associated Press (AP). Reportagem sobre alegações de subnotificação e investigação (2025). (AP News)
  3. Associated Press (AP). Reportagem sobre evacuação/restrições (U.S. Embassy) e contaminação persistente (2025). (AP News)
  4. U.S. Embassy Zambia. Health Alert sobre o colapso da barragem de rejeitos e risco de metais pesados (jun 2025). (zm.usembassy.gov)
  5. ISS Africa. Análise sobre o spill de Chambishi e implicações (mai 2025). (ISS Africa)
  6. Wikipedia. Página “2025 Sino-Metals Leach Zambia dam disaster” (como fonte secundária de consolidação, com referências internas). (Wikipedia)
  1. Eos – The Landslide Blog. “A major tailings landslide at Andavilque in Bolivia” (18 mar 2025). (EOS)
  2. Eos – The Landslide Blog. “Video of the 16 March 2025 tailings landslide at Andavilque…” (19 mar 2025). (EOS)
  3. LinkedIn – Liam Casey. Post com síntese pública de impactos (como fonte secundária). (LinkedIn)
  1. Earthworks. “Multiple Dams Fail at Indonesian Nickel-Mining Facilities” (28 mar 2025). (Earthworks)
  2. Business & Human Rights Resource Centre. Compilação/notícia sobre falhas de TSF no IMIP e alegações de mortes (2025). (Business and Human Rights Centre)
  3. Indonesia Business Post. Matéria sobre Morowali e falhas/impactos atribuídos a instalações de rejeitos (abr 2025). (https://indonesiabusinesspost.com/)
  4. Geoengineer.org. Matéria agregada sobre crises de rejeitos, incluindo IMIP (mai 2025). (Geoengineer)
  1. Reuters. Reportagem sobre trinca, vazamentos, Sernageomin e alegações de trabalhadores (dez 2025, citando fatos de jul–ago 2025). (Reuters)
  2. Payne Institute / Colorado School of Mines. Repostagem/curadoria do conteúdo Reuters (dez 2025). (Payne Institute)

Índia (Lutti Dam / Balrampur, Chhattisgarh)

  1. The Indian Express. Breach e mortes/desaparecidos (set 2025). (The Indian Express)
  2. SANDRP. Síntese e análise do caso Lutti Dam (set 2025). (SANDRP)
  1. VietnamPlus (VNA). Notícia do colapso e evacuação (out 2025). (Vietnam+ (VietnamPlus))
  2. Xinhua / Xinhuanet. Notícia do colapso (out 2025). (Xinhua News)
  3. VietNamNet. Notícia e contexto do evento (out 2025). (VietNamNet News)
  4. Tuổi Trẻ News. Estimativa de danos e contexto de tempestade (out 2025). (Tuoi tre news)
  1. Al Jazeera. Cobertura do tufão e rompimento/overflow do barrier lake (set 2025). (Al Jazeera)
  2. The Guardian (live coverage). Atualizações e números iniciais de vítimas/evacuação (set 2025). (The Guardian)
  3. Focus Taiwan (CNA). Matéria de acompanhamento relacionada ao overflow e restrições/impactos (nov 2025). (Focus Taiwan – CNA English News)
  1. CNN Brasil. Cobertura do rompimento e impactos (nov 2025). (CNN Brasil)
  2. CAGEPA (site oficial). Nota sobre investigação e reparação (nov 2025). (CAGEPA)
  1. Associated Press (AP). Notícia sobre colapso e mortes (mar 2025). (AP News)
  2. EnviroPress Zimbabwe. Matéria com contexto local e discussão sobre barragens privadas (mar 2025). (enviropresszim.com)
  3. The Herald (Zimbabwe). Atualizações sobre vítimas e resposta governamental (mar 2025). (herald)

EUA (Texas – Carter Lake Dam, quase-ruptura)

  1. KBTX. Cobertura do “8-inch hole” e evacuação (nov 2025). (https://www.kbtx.com)
  2. ABC13. Atualização sobre queda de nível e levantamento de evacuação (nov 2025). (ABC13 Houston)
  3. Chron.com. Cobertura inicial do alerta/evacuação (nov 2025). (Chron)
  4. Houston Chronicle. Atualização sobre retorno de moradores e ações de drenagem/inspeção (nov 2025). (Houston Chronicle)
  1. Governo do Tocantins (SECOM). Nota oficial com descrição da falha no vertedouro e mobilização (dez 2025). (To.gov.br)
  2. Poder360 (Poder Energia). Cobertura do rompimento e retirada preventiva (dez 2025). (Poder360)
  3. Brasil de Fato. Cobertura do evento e atuação/avaliação do MP (dez 2025). (Brasil de Fato)
  4. Agência Tocantins. Cobertura sobre vistoria do MPTO e apuração (dez 2025). (Agência Tocantins)
  5. Jornal do Tocantins. Cobertura local do alagamento/impactos e atualizações (dez 2025). (Tocantins)
  6. Polícia Civil do Tocantins (SECOM). Atualização sobre investigações/perícia (dez 2025). (To.gov.br)

Autores:

Leandro Azevedo da Silva

Bacharel em Geologia (UFRRJ), Mestre em Engenharia de Minas (UFMG) e Especialista em Engenharia de Recursos Minerais.

Geólogo com quase 20 anos de experiência em geotecnia, lidera projetos técnicos na VINQ, unindo inovação e segurança em soluções para mineração.

Matheus Vicentini

Engenheiro Civil (Unilavras), Especialista em Engenharia Geotécnica (PUC Minas).

Engenheiro Civil com atuação em geotecnia aplicada à mineração, experiência em projetos, auditorias e obras de descaracterização de barragens.

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